Artigos

Dilma extrapola os limites do bom senso. Cada vez que abre a boca, piora sua situação

Dilma extrapola os limites do bom senso. Cada vez que abre a boca, piora sua situação

 “Não confies em flores que desabrocham cm março, nem em mulher que não tem vergonha.”

O desabrochar de Dilma neste mês de março, justamente após as maiores manifestações populares contra um presidente na história do Brasil se encaixa com perfeição  ao antigo provérbio português. Dilma, além do pouco brio, consegue revelar a cada dia que não é uma mulher confiável.

Dilma tentou distorcer  o caráter das manifestações contra ela, ao mesmo tempo em que tentou capitalizar sobre um evento que ela e seu partido sempre foram contra. Após chamar os manifestantes de “golpistas” e inventar a tese de no Brasil não existe “terceiro turno”, Dilma apelou para seu lado dramático e fingiu se emocionar ao comentar o vexame mundial à que foi exposta no dia 15 de março.

“Ontem, quando eu vi centenas e milhares de cidadãos se manifestando, não pude deixar de pensar que valeu a pena lutar pela liberdade, valeu a pena lutar pela democracia. Este país está mais forte que nunca” observou durante entrevista.

Pau que nasce torto…

Fingindo deixar a arrogância que lhe é peculiar de lado, Dilma ainda tentou remediar a situação com uma observação bastante infeliz:

“Nas democracias, nós respeitamos as urnas, respeitamos as ruas”. Segundo esta visão, sobre respeitar as urnas, Dilma tenta insinuar que um presidente corrupto não pode ser removido do poder. Na mesma oportunidade, anunciou pela milésima vez que pretende enviar ao Congresso medidas de combate à corrupção.

“É assim a nação que todos nós queremos fortalecer. (…) Eu tenho certeza de que o que nós queremos é um lugar em que todos possam exercer os seus direitos pacificamente sem ameaça às liberdades civis e políticas”, acrescentou, omitindo as ameaças de Lula sobre convocar o exército do MST para combater os manifestantes nas ruas.

Ciente de que a fantástica sequência de atos de corrupção praticados na Petrobras, empresa à qual está à frente desde 2002, é um dos pontos negativos de seu governo, Dilma ainda tentou desconversar.

“Essa discussão não leva a nada. A corrupção não nasceu hoje, ela não só é uma senhora bastante idosa neste País, como ela não poupa ninguém, ela pode estar em tudo quanto é área, inclusive no setor privado”.

A percepção que se tem é a de que Dilma não é franca e que quando fala, não se dirige à pessoas de bom senso. Suas falas parecem ser dirigidas apenas à militância, aos simpatizantes do PT. O ódio contra a sociedade aparece nas entrelinhas das justificativas estapafúrdias sobre a falta de honestidade no governo.

Dilma precisa entender que a corrupção não é uma “senhora bastante idosa apenas no brasil, mas acompanha a história da humanidade em todo o mundo desde o início dos tempos, assim como o tráfico de drogas, a pedofilia, os homicídios, o contrabando e outras fraudes. Ocorre que em boa parte do mundo, estes crimes são cada vez menores. Menos no Brasil que ela governa.

@muylaerte

Artigos

More in Artigos

Informação com independência editorial.

Copyright © 2016 Dominio do Fato