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Maratona: baiano foi rápido que quenianos

Maratona: baiano foi rápido que quenianos

A Maratona do Rio, uma das maiores corridas de rua do país e a mais antiga, levou mais de 22 mil competidores de 61 países às ruas da orla carioca neste domingo (7). Cerca de 6 mil atletas se inscreveram para o percurso de 42 quilômetros (km) da prova principal, e 9.500 mil corredores participaram da meia maratona, de 21 km. Outros 6 mil se inscreveram na Family Run, de 6k, uma espécie de competição em que os inscritos levam a família, geralmente, para se divertir.

Pela primeira vez, em três anos, os quenianos não ganharam a prova masculina dos 42km, em que o lugar principal do pódio coube ao baiano Giomar Pereira da Silva, seguido dos quenianos Willy Kangogo Kimutai, campeão no ano passado, e Jonathan Kosgei Kipkorir. Na prova feminina, o título ficou com a etíope, Letay Negash Hadush, seguida das quenianas Rose Jepchumba e Pamela Cheyech Anisomuk. A brasileira Marily dos Santos chegou em quarto lugar.

Por causa do evento, a prefeitura do Rio criou um esquema especial de trânsito, com interdição de diversas vias e alteração de mão. A operação de trânsito começou ontem (6), com a interdição de algumas das principais vias por onde passaram os corredores.

A aposentada Maria Dulce Ferreira, 60 anos, participou com amigas da competição de seis quilômetros e disse ter gostado tanto que pretende competir mais vezes em corridas de rua. “É uma sensação única correr com esse mundo de gente e essa paisagem maravilhosa. Agora que descobri o que é bom, não paro mais”, disse.

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